segunda-feira, 30 de julho de 2007

Solitário

Não me julgues.
Não tentes entender-me.
Sou como o vento
Não tenho destino.
Apenas passo...
Aproveito a brisa!

Não me prendas,
Não tentes me possuir
Sou como água,
Se preso, evaporo.
Mate apenas tua sede!

Não tentes guardar-me.
Não me aprisiones.
Sou como as flores,
Colhido, feneço.
Guarda-me o perfume!

Não me descrevas.
Não me modifiques.
Sou como um sonho,
Uma Ilusão.

Não me acompanhes,
Não tentes seguir-me!
Sou como um cometa,
solitário.
Apenas admira-me...
Neste momento, então,
Serei poeta

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